Fizemos duas paradas. Uma em Registro/SC e outra em Porto Alegre, onde ficamos hospedados no Mercure Manhattan. Eu gosto dessa rede e aproveitei pra fazer um cartãozinho fidelidade (minha primeira dica para quem quer viajar bastante). Jantamos no restaurante do hotel e pedi bife de chorizo para entrar no clima do sul e uma taça de vinho da casa para curtir o gostinho gaúcho nas veias novamente. O café da manhã desse hotel é muito bom e servem pão de queijo quentinho <3.
No dia seguinte (30 de dezembro) chegamos ao Chuy. Tinha uma fila quilométrica no sentido literal da palavra e ficamos umas 3 horas esperando para bater o carimbo de entrada.
Dica para não ficar parado 3 horas: Se você estiver de carro com outros passageiros, pegue os documentos (inclusive do carro, junto com a carta verde) e vá a pé até o escritório da alfândega. Lá você pegará as guias e fará o processo todo. Volte ao carro e passe pela fiscalização.
Pronto! Estamos no Uruguay! Ficamos num apartamento bem próximo ao terminal rodoviário, que é na entrada para a península e tem vista para as duas praias: Playa Mansa (onde atracam os barcos) e Playa Brava (no oceano propriamente dito).
Além das praias, alí ao lado de Punta fica La Barra. É uma rua com trezentos bares, lojas, galerias de arte e outros pontos de interesse do público local: jovens, jovens e mais jovens. Se você quer agito, é pra lá que você vai após as 20h.
Mas vamos falar de comida! Afinal, esse é o assunto que nos une nesse site. O Uruguai é um lugar maravilhoso para comer. Conversei com um chef que me explicou que por lá existem duas classificações de cozinha: campo e mar. E a vantagem de Punta é que você pode degustar as duas no mesmo lugar. Dependendo do seu bolso, tudo é possível. No meu caso eu vou direto pro supermercado.
O melhor da cidade é o Disco, próximo ao porto na rua 17. Com variedade e ótima qualidade, o preço não é dos melhores, mas garante tudo o que você precisa. Lá encontrei a melhor baguete da cidade e quase sempre estava quentinha. Os cortes bovinos são lindos e os preços bem razoáveis. A parte de hortifruti é ótima! Eu encontrei de tudo, desde ervas frescas a cogumelos de diversas variedades, folhas de todo jeito e ovos gigantes! Nos mini-mercados também é possível fazer a feira com os mesmos produtos e com preço mais acessível.
Um produtinho que eu adorei e usei bastante foram as massas para empanadas. Nós sempre tínhamos bife de chorizo em casa e quando alguém comprava a mais eu diversificava as receitas para não ter desperdício. Arroz carreteiro, molho para macarrão, empanada de carne, isca na chapa, etc...
Outro hit do verão foram os queijos e salames, patês e pães servidos com vinho branco, rose ou tinto na mesa da sacada. Aproveitei bastante os pães que sobravam do café para fazer bruscheta, mas a torradinha com azeite e sal foi a campeã de pedidos!
As cervejas uruguaias são boas. Muita Norteña e Patrícia. Coloque cinco adultos numa casa de praia e calcule ao menos uns cinco litros diários. É muita garrafa, né? Depois de ter colocado umas 20 garrafas no lixo, acabei descobrindo que elas valem dinheiro! Leve as garrafas no supermercado e coloque-as numa máquina de reciclagem e pegue o ticket com o valor total. Apresente no caixa e leve mais cerveja pra casa!
Infelizmente eu não levei minha câmera fotográfica nessa viagem e fiquei com poucos registros. Mas dá pra perceber que até em cidades como Punta del Este é possível viver como um local. Prometo mais dicas nas próximas viagens!
Hasta luego!
Mas vamos falar de comida! Afinal, esse é o assunto que nos une nesse site. O Uruguai é um lugar maravilhoso para comer. Conversei com um chef que me explicou que por lá existem duas classificações de cozinha: campo e mar. E a vantagem de Punta é que você pode degustar as duas no mesmo lugar. Dependendo do seu bolso, tudo é possível. No meu caso eu vou direto pro supermercado.
O melhor da cidade é o Disco, próximo ao porto na rua 17. Com variedade e ótima qualidade, o preço não é dos melhores, mas garante tudo o que você precisa. Lá encontrei a melhor baguete da cidade e quase sempre estava quentinha. Os cortes bovinos são lindos e os preços bem razoáveis. A parte de hortifruti é ótima! Eu encontrei de tudo, desde ervas frescas a cogumelos de diversas variedades, folhas de todo jeito e ovos gigantes! Nos mini-mercados também é possível fazer a feira com os mesmos produtos e com preço mais acessível.
Um produtinho que eu adorei e usei bastante foram as massas para empanadas. Nós sempre tínhamos bife de chorizo em casa e quando alguém comprava a mais eu diversificava as receitas para não ter desperdício. Arroz carreteiro, molho para macarrão, empanada de carne, isca na chapa, etc...
Outro hit do verão foram os queijos e salames, patês e pães servidos com vinho branco, rose ou tinto na mesa da sacada. Aproveitei bastante os pães que sobravam do café para fazer bruscheta, mas a torradinha com azeite e sal foi a campeã de pedidos!
As cervejas uruguaias são boas. Muita Norteña e Patrícia. Coloque cinco adultos numa casa de praia e calcule ao menos uns cinco litros diários. É muita garrafa, né? Depois de ter colocado umas 20 garrafas no lixo, acabei descobrindo que elas valem dinheiro! Leve as garrafas no supermercado e coloque-as numa máquina de reciclagem e pegue o ticket com o valor total. Apresente no caixa e leve mais cerveja pra casa!
Infelizmente eu não levei minha câmera fotográfica nessa viagem e fiquei com poucos registros. Mas dá pra perceber que até em cidades como Punta del Este é possível viver como um local. Prometo mais dicas nas próximas viagens!
Hasta luego!



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