Quando eu fui a primeira vez para a Itália, eu não sabia exatamente o que encontraria. Naquela época minha expectativa era zero e eu só queria ter uma experiência fora do Brasil. Tinha um amigo morando lá, ele conseguiria um lugar no apartamento pra alugar e encontrei um curso na internet. Fui.
Chegando lá eu descobri que estava numa das cidades mais importantes da história da humanidade. Palco de diversas guerras políticas e berço da arte renascentista. Origem e destino dos grandes mestres, o umbigo do mundo romano. Era o início de uma paixão eterna: eu e Firenze.
De volta a 2014!
Cheguei em Firenze de trem (comprei o bilhete na hora e paguei €50 - compre seu bilhete pela internet com antecedência e pague bem menos!) e fui direto pro apartamento, próximo ao Duomo. Fiz check in com a moça responsável e fui direto fazer compras. Propositalmente escolhi um apto no Airbnb próximo a nova loja da Eataly, inaugurada meses antes. Passei algum tempo conhecendo os produtos e só depois peguei o que precisava para o jantar, ceia e café da manhã. O Bruno só chegaria de Bologna depois das 23h e fiquei fazendo o que se faz quando se está feliz: bebendo vinho e comendo pão, salame e stracchino.
A Eataly de Firenze não é muito grande, mas segue a linha. Vários produtos de 0km, outros de lugares distantes, é difícil encontrar defeito num estabelecimento como esse. O preço? Com certeza é alto, mas não é a toa que eu economizo meu dinheiro. Comprei dois Chianti: €11,50 (2009) e €6,90 (2011); Café 1882 €4,35; Risoto de aspargos instantâneo (eu estava com fome) €3,40; Finocchiona (salame toscano com erva doce) €2,22; Antipasto ricco (conserva de legumes variados no azeite) €3,50; Baguette €1,13; Stracchino (queijo pastoso) €2,00; Pasta de tomate seco €2,54.
No dia seguinte fomos ao Esselunga, um supermercado mais popular, para comprar itens básicos para nossa viagem. O jetlag bateu e atrapalhou meus planos de ir a Taste, uma feira gastronômica associada à Pitti Image, a feira de moda mais importante da cidade. Sim, me arrependo... mas não morri por isso.
No sábado fomos encontrar o único flatmatte de 2006 que (ainda) estava em Firenze. O Diego estava trabalhando como barman num bar próximo a Santa Croce e lá fomos nós tomar um Jack n' Coke, já tradicional. Uma das vantagens da Europa é que se você conhece ou for muito simpático com o cara do bar, você vai gastar muito pouco e sair muito bêbado do lugar. Eu tive sorte em diversas ocasiões, mas é sempre bom ser simpático em terras estrangeiras.
Outro ponto interessante sobre viajar pra um lugar com alguém que é local, ao invés de ir com um pacote fechado, é que você entra em lugares que jamais entraria. Nesta noite em especial, nós fomos à pelo menos 4 bares diferentes. Devo confessar que não lembro do endereço de nenhum deles pra dar a dica, mas como em qualquer lugar na Europa... se tiver gente do lado de fora, vale a tentativa! Se estiver fora dos seus padrões, é só ir embora.
Em Firenze, na Via dei Benci tem vários bares que eu frequentei, mas não lembro exatamente onde comia o melhor Kebab da cidade. Prometo investigar e postar durante a próxima viagem.
Preciso dizer que o domingo foi uma mistura de jetlag + ressaca + fim da ansiedade crônica? Mal lembro do que fiz esse dia!
O próximo passo foi fechar as malas e pegar a estrada!
Chegando lá eu descobri que estava numa das cidades mais importantes da história da humanidade. Palco de diversas guerras políticas e berço da arte renascentista. Origem e destino dos grandes mestres, o umbigo do mundo romano. Era o início de uma paixão eterna: eu e Firenze.
De volta a 2014!
Cheguei em Firenze de trem (comprei o bilhete na hora e paguei €50 - compre seu bilhete pela internet com antecedência e pague bem menos!) e fui direto pro apartamento, próximo ao Duomo. Fiz check in com a moça responsável e fui direto fazer compras. Propositalmente escolhi um apto no Airbnb próximo a nova loja da Eataly, inaugurada meses antes. Passei algum tempo conhecendo os produtos e só depois peguei o que precisava para o jantar, ceia e café da manhã. O Bruno só chegaria de Bologna depois das 23h e fiquei fazendo o que se faz quando se está feliz: bebendo vinho e comendo pão, salame e stracchino.
A Eataly de Firenze não é muito grande, mas segue a linha. Vários produtos de 0km, outros de lugares distantes, é difícil encontrar defeito num estabelecimento como esse. O preço? Com certeza é alto, mas não é a toa que eu economizo meu dinheiro. Comprei dois Chianti: €11,50 (2009) e €6,90 (2011); Café 1882 €4,35; Risoto de aspargos instantâneo (eu estava com fome) €3,40; Finocchiona (salame toscano com erva doce) €2,22; Antipasto ricco (conserva de legumes variados no azeite) €3,50; Baguette €1,13; Stracchino (queijo pastoso) €2,00; Pasta de tomate seco €2,54.
No dia seguinte fomos ao Esselunga, um supermercado mais popular, para comprar itens básicos para nossa viagem. O jetlag bateu e atrapalhou meus planos de ir a Taste, uma feira gastronômica associada à Pitti Image, a feira de moda mais importante da cidade. Sim, me arrependo... mas não morri por isso.
No sábado fomos encontrar o único flatmatte de 2006 que (ainda) estava em Firenze. O Diego estava trabalhando como barman num bar próximo a Santa Croce e lá fomos nós tomar um Jack n' Coke, já tradicional. Uma das vantagens da Europa é que se você conhece ou for muito simpático com o cara do bar, você vai gastar muito pouco e sair muito bêbado do lugar. Eu tive sorte em diversas ocasiões, mas é sempre bom ser simpático em terras estrangeiras.
Outro ponto interessante sobre viajar pra um lugar com alguém que é local, ao invés de ir com um pacote fechado, é que você entra em lugares que jamais entraria. Nesta noite em especial, nós fomos à pelo menos 4 bares diferentes. Devo confessar que não lembro do endereço de nenhum deles pra dar a dica, mas como em qualquer lugar na Europa... se tiver gente do lado de fora, vale a tentativa! Se estiver fora dos seus padrões, é só ir embora.
Em Firenze, na Via dei Benci tem vários bares que eu frequentei, mas não lembro exatamente onde comia o melhor Kebab da cidade. Prometo investigar e postar durante a próxima viagem.
Preciso dizer que o domingo foi uma mistura de jetlag + ressaca + fim da ansiedade crônica? Mal lembro do que fiz esse dia!
O próximo passo foi fechar as malas e pegar a estrada!






